Sobre nosso posicionamento teológico
perante a situação atual da Igreja

Devido à apostasia das supostas autoridades da Igreja, notável sobretudo com as heresias promulgadas através do Conciliábulo Vaticano II, concluímos que a situação atual da Sé de São Pedro é a de vacância.
Católico é aquele que professa integralmente a Doutrina Católica e, tendo as ditas autoridades apostatado publicamente antes de suas aparentes eleições (desde o “Papa” João XXIII), concluímos, baseando no que foi defendido por diversos Doutores da Igreja, Santos e Canonistas, que a eleição de tais hereges foi inválida.

Papa Inocêncio III (1198): “Para este fim, a fé é tão necessária para mim que, embora para outros pecados eu tenha apenas Deus como juiz, basta um pecado cometido contra a fé para que eu possa ser julgado pela Igreja.” – Sermo 2 In Consecratione PL 218:656

Santo Antonino (†1459): “No caso em que um Papa se tornasse um herege, ele se encontraria, pelo próprio fato e sem nenhuma outra sentença, separado da Igreja. Uma cabeça separada de um corpo não pode, enquanto estiver separada, ser cabeça do corpo do qual foi cortada.”

Caesar Badii (1921): “A lei agora em vigor para a eleição do Romano Pontífice se reduz a estes pontos:

Impedidos como inaptos de serem validamente eleitos são os seguintes: mulheres, crianças que não atingiram a idade da razão, aqueles que sofrem de habitual insanidade, os não-batizados, hereges e cismáticos.” – Instituitiones Iuris Canoninci. Florence: Fiorentina 1921. 160, 165

Udalricus Beste (1946): “Não poucos canonistas ensinam que, além de morte e abdicação, a dignidade pontifical pode ser perdida por clara insanidade e perda da razão, o que é legalmente equivalente à morte, bem como por heresia notória e manifesta.”

Com base nisto, não se pode chegar a outro termo senão que o último Papa da Igreja Católica Apostólica Romana foi Sua Santidade Pio XII. Todo aquele que deseja a salvação eterna deve, então, repudiar tudo quanto foi promulgado pelas falsas autoridades (por exemplo, o novo Catecismo, Código de Direito Canônico de 1983, etc) como sem qualquer valor e ofensivo às almas piedosas.